Sobre a Camila Quintana - Assessoria de Eventos

A Cerimonialista Camila Quintana é graduada em Comunicação Social - Bacharelado em Relações Públicas pela Unisinos. Concluiu o curso com Distinção com a abordagem do tema "Crise de Imagem de Pessoa Pública" baseado no case de Ibsen Pinheiro, buscando a problemática de soluções de crises e restabelecimento de imagem no mercado. Entre 2008 e 2010 trabalhou na área de Atendimento ao Cliente na empresa Claro assessorando em casos críticos para reversão de imagem da empresa. Posteriormente atuou na Central de Eventos na tradicional Associação Leopoldina Juvenil de Porto Alegre e no Clube do Comércio,junto à Barcelos Gastronomia, tendo ainda passagem como Coordenadora de Eventos no SESC Campestre. Após adquirir amplo conhecimento no âmbito de eventos e atendimento, sentiu necessidade de atender seu cliente de forma personalizada e da forma que acredita ser um evento: "Fazer evento é aproximar pessoas, compartilhar momentos... é encantá-las e fazê-las felizes!" Sejam Bem-Vindos a este mundo de sonhos!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O meu buquê!

A escolha do buquê da noiva é um dos momentos que requer maior atenção. Muitos confundem este buquê, pensando que ele deve combinar com os demais arranjos de mesas ou ainda que as flores devem ser as mesmas.
O ideal é que isso não ocorra, a noiva é a protagonista do evento e não faz parte da decoração.
É necessário considerar o mês que a noiva irá casar para se utilizar as flores certas, principalmente no calor, para que não murchem muito rapidamente. Além disso, o buquê deve ser proporcional à noiva, caso contrário ele se sobressairá e até mesmo o vestido que é o tão esperado astro da noite ficará em segundo plano. Considerar possíveis alergias também é importante para que a noiva não tenha um ataque de espirros na porta de sua cerimônia.
Mas afinal, qual a finalidade do buquê? Bouquet é uma palavra de origem francesa
A tradição do buquê de noiva está ligada a simbologia da vida, já que as flores são os órgãos reprodutores das plantas, portanto está ligada a fertilidade. Acredita-se que o buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, o buquê era feito com uma mistura de alho, ervas e grãos. Esperava-se que o alho afastasse maus espíritos e as ervas ou grãos garantiam uma união frutífera.

Na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado referente, assim os antigos romanos costumavam atirar flores no trajeto da noiva, pois acreditavam que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.
Na Europa, durante a Idade Média, os arranjos começaram a tornar-se mais sofisticados, devido à chegada de flores exóticas.
Na época Vitoriana, era impróprio declarar abertamente seus sentimentos, criou-se então a “Linguagem das Flores” para demonstrar suas intenções sem falar uma palavra sequer. Os buquês passaram a ser escolhidos por causa do significado das flores.
Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva, seu temperamento se manteria "doce" ao longo do casamento.
Antigamente havia o hábito de guardar o buquê sob uma redoma de vidro, exposto sobre algum móvel na sala ou na cômoda do quarto.
Hoje há idéias atuais como colocar em uma moldura envidraçada o buquê (isso para as noivas mais românticas). Tirar foto do buquê é uma boa idéia para lembrá-lo em sua forma original. 
Pode tudo, só não é indicado que este buquê seja o "atirado" para as solteiras da festa. A sugestão é compor algo mais simples.
Os clássicos...

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 As tradicionais rosas vemelhas: